quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

CANTANDO OS REIS

Quem diremos nós que viva

à porta deste quintal 

Viva a menina desta casa

e o pai que não leve a mal.



Quem vos vem cantar os reis

Nem desta rua são

Não têm rei nem roque

Nem um modesto lampião.


Oh senhores desta casa

Dai-nos qualquer coisinha

Há falta de melhor

Umas nozes e uma pinguinha.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Esquecimentosr rurais


Uma corda é algo de grande utilidade... pode servir para fechar uma cancela, para prender um animal, paraa atar um molho de lenha, para assinalar um lugar... por vezes fica perdida depois da utilidade, resultando num indice de si mesma.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

Lobos em alcateia

Estão em extinção, mas interessa-me saber sobre eles.
Os 3 primeiros lobos são os fracos e doentes.Eles dão ritmo a caminhada para toda a alcatéia.Se fosse de outra forma, teriam sido os últimos e seriam mortos.Em caso de ataque, são as primeiras vítimas.Eles criam o caminho na neve para economizar energia dos que estão por trás deles.São seguidos por cinco lobos fortes que formam a vanguarda, no entanto, o centro é a riqueza do bloco - 11 lobas.Sucessivamente, os outros cinco lobos fazem a retaguarda.O ÚLTIMO, quase isolado da alcatéia, é o LÍDER.Ele deve ver claramente todo o grupo, a fim de controlar, dirigir, coordenar e dar os comandos necessários.
A natureza ensina.E é imensamente sábia. (Feto Reis)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Festa de Justes de 1974

Recolhi agora mesmo no facebook da Sandy Conde.
Recuei muitos anos atrás e resolvi escrever.
Estava aqui exactamente na festa de Justes de 1974.
Uma aldeia que dava os primeiros passos nos conceitos da liberdade. Todos dávamos os primeiros passos nos caminhos da liberdade. Os cravos ainda estavam frescos.
Justes fazia a sua festa anual, com programa como todas as outras - procissão das velas, feira franca, variedades, teatro...
Ficou-me um sabor amargo desta festa, apesar do altifalante escancarar as vozes da música da gaivota que voava voava e outras nascidas pós abril. Não passava Zeca Afonso, mas passava o popularucho da revolução, o que é compreensível.
Nesta festa já se misturava a comemoração com a atrapalhação dos primeiros retornados e refugiados que chegavam das ex-colónias. A mistura de duas realidades que se iriam transformar num drama logo no ano seguinte.
Hoje passados 40 anos temos outros refugiados, vitimas de outras politicas que vigoram por outros  dinheiros e por outros interesses, mas que o mundo parece não ter capacidade para resolver o problema. Porque o problema é uma gigantesco problema de choque cultural, de invasão, de direitos, de fugas, de petróleo, de armas, etc etc  Nós fingimos que não é nada connosco.
Não sei dar opinião. Qualquer justificação e postura é má.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015